Recuerdos da 28

Luiz Marenco

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Tono:
Introdução:(Gm D7 Gm) G7 Cm D7 Gm De vez em quando, quando boto a mão
D7 nos cobres Não existe china pobre, nem garçom
Gm de cara feia Eu sou de longe, onde chove e não
D7 goteia Não tenho medo de potro, nem macho
Gm que compadreia Boleio a perna e vou direto pro
D7 retoço Quanto mais quente o alvoroço, muito
Gm mais me sinto afoito E o chinaredo, que de muito me
D7 conhece Sabe que pedindo desce, meu facão na
Gm "28" Remancheio num boteco ali nos
D7 trilhos Enquanto no bebedouro mato a sede do
Gm tordilho
D7 Ouço mugindo o barulho da cordeona
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E a velha porca rabona, retouçando
Gm no salão Quem nunca falta é um índio porco e
D7 grosso De apelido Pescoço, da rabona ao
Gm querendão Int.
G D7 (Entro na sala no meio da confusão Fico meio atarantado que nem cusco
G em procissão
Gm Quase sempre chego assim meio com
D7 sede Quebro o meu chapéu na testa de
Gm beijar santo em parede
G7 E num relance se eu não vejo alguém
C de farda eu grito: D7 G Bis Me serve um liso daquela que matou o guarda) Guardo o trabuco empanturrado de
D7 bala Meu facão, chapéu e pala e com
Gm licença, vou dançar Nestes fandangos, levo a guaiaca
D7 recheada Danço com a melhor china, que me
Gm importa de pagar O meu cavalo, deixo atado no
D7 palanque Só não quero que ele manque quando
Gm terminar a farra
D7 A milicada sempre vem fora de hora Mas eu saio porta afora, só quero
Gm ver quem me agarra
D7 Desde piazito, a polícia não espero Se estoura a reboldosa me tapo de
Gm quero-quero
G7 Cm Desde piazito, a polícia não espero
F7 Bb D7 Se estoura a reboldosa me tapo de
Gm quero-quero Int.( )
Información de la canción

Composición: Francisco Alves y Kenelmo Alves

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