Réstia de Vida
Luiz Marenco
- A7M
- Bbº
- Bm7
- C#m74
- C7M
- D
- D7M
- Dm75
- E/D
- E7
- E7(11)
- Em7
- F#7
- F#7(b9)
- G/A
- G7
- G7(11)
Continúa después del anuncio
Tono:
Intr.: A7M C#m7 Em7 Eb7(#11) D7M Dm7 G7 C7M Bm7 E7 A7MA7M Talvez as palavras não bastem e osC#m7 olhos não vejam o que existe alémEm7 G/A Quando os versos florescemD7M discretos as paixões do poeta florescem tambémDm7 G7 Talvez seja um cheiro de mato essaC7M réstia de vida que me leva a lutarDm7 Nesta terra onde encontro aG7(11) C7M pureza vou largando as tristezas que somei neste andarBm7 Nesta terra onde encontro aE7(11) A7M pureza vou largando as tristezasBbº que somei neste andarContinúa después del anuncioBm7 E7 (O que seria do poeta se nãoC#m7 existisse a beleza de cadaF#7(b9) F#7 lugar Bm7 E7 A7M Bbº Bis Se a lua sumisse da noite e o vento em açoite gemesse ao soprar) Int.: Bm7 E7 C#m7 F#7(b9) F#7 Bm7 E7 A7MA7M Mas enquanto existir um a estrelaC#m7 algum rio que vagueia uma garça no céuEm7 G/A Sempre verde será a esperança eD7M por estas distâncias o poeta terá seu papelDm7 G7 Pois o verso é um pequeno resumo aC7M essência do sumo do que há em cada serDm7 G7(11) E o poeta é quem busca esses rumosC7M nesta parte do mundo que insiste em viverBm7 E7(11) E o poeta é quem busca esses rumosA7M nesta parte do mundo que insisteBbº em viverBm7 E7 (O que seria da vida se um dia oC#m7 poeta sem luz resolvesseF#7(b9) F#7 calar Bm7 E7 A7M Bbº Bis Sem a sanga pra matar a sede sem a flor sem o verde sem razões pra cantarBm7 E7 C#m7 O que seria da vida, o que seriaF#7(b9) F#7 Bm7 E7 da vida, o que seria da vida semD E/D A7M razões pra cantar
Composición: Carlos Omar Vilella Gomes y Jari Terres
¿Los datos están equivocados?
Envíanos una revisión