[Intro] Dm C7 F A7 Dm Gm7 F A7 Dm Bb7M Em7 A7 DmDm O sol caindo num fim de tarde de primaveraBb7M Am7 Gm Formou a cena de dois valentes e uma ameaçaEm7 A7 De um embate que o cio das fêmeas já anunciavaBb Bb7M A7 Onde um guerreiro vai contra outro pra honrar a raçaGm C Bm7 D7 Um touro pampa marca de copa espichou sua sombraGm C7 F A7M Além das patas no chão vermelho do corredorDm Bb À sua frente um touro osco escondendo o solEm7 A7 Dm Mandou sua sombra bancar a ponta e ir de fiadorDm Gm C F A7M Por algum tempo mostraram armas cavando a terraContinues after the adDm Gm C F A E não 'froxaram' porque um taura nunca se assombraG Dm F C Bb7M Por sobre o campo dois vultos negros que o sol formouEm7 A7 Dm Só se 'torearam' pois eram touros e as suas sombras( Dm C7 F A7 Dm Gm7 F A7 Dm Bb7M Em7 A7 Dm ) Por muito menos tocaram adiante o gado mansoBb7M Am Gm Abrindo covas, vestindo o lombo de pasto e terraEm7 A7 E o mesmo ciclo que faz os touros baterem guampaBb Bb7M A7 Faz as novilhas incharem o ventre por esta guerraGm C F D7 Pra longe o vento leva em clarins os seus mugidosGm C7 F Que tocam carga enquanto afiam pontas de lançaDm Bb Vai entonado o touro osco bancando a frenteEm7 A7 Dm E o touro pampa fareja a sombra e então avançaGm C7 F A7 Mediram força firmando a cascos cada investidaDm Gm C7 F A7 E os dois por conta no mesmo instinto depois pararamDm C Bb Bb7M Com o sol caindo ficaram as marcas na flor do campoEm7 A7 Dm E as sombras mansas, duas valentes que nem pelearamC Bb Bb7M E um touro assim por ser touro fareja a sombra e se vai (4x)Dm C Em7
Sombra de Touro
Luiz Marenco
- A
- A7
- A7M
- Am
- Am7
- Bb
- Bb7M
- Bm7
- C
- C7
- D7
- Dm
- Em7
- F
- G
- Gm
- Gm7
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