Vaneira da Bossoroca
Luiz Marenco
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- D7
- Em
- Em7
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Tono:
G D7 Em D7 GD7 Velha vaneira baguala que estufa osG foles da gaitaD7 Riscando a unha do taita cheia deG furo de balaD7 Tomando conta da sala o mesmo queG lagartixaG7 C D7 E o chinaredo cochicha quando seuG ronco se calaD7 Se mistura no balanço a poeira doG chão batidoD7 E os babados do vestido corcoveiamG sem descansoG7 C E o índio metido a ganso grudadoG a fita vermelhaD7 Fica boqueando na orelha num jeitãoG de sorro mansoContinúa después del anuncioD7 (A fumaça do candeeiro se adelgaçaEm7 e se esparramaD7 Perseguindo alguma dama de sorrisoG feiticeiroD7 E nunca falta um salseiro que éEm7 tradição secularD7 E os índios que vem mamar naG garrafa do gaiteiro) Int.D7 Vaneira que nasceu guacha na caixaG de uma cordeonaD7 Mamando numa siá dona destas queG escondem a graxaD7 Andou na pampa buenacha queimada deG sol e brasaG7 C E quando não tinha casa dormiaD7 G dentro da caixa Int.D7 Nos comércios de carreira nosG velórios e carpetaD7 Sob a quincha das carretas ouvindoG truco e primeirasD7 Nos bochinchos de fronteira nuncaG vai faltar um taitaG7 C Pra dar um talho na gaita e deixarD7 G livre a vaneiraD7 O próprio índio que toca estaG vaneira machaçaD7 É o sacerdote da raça nas bruxariasG que invocaG7 C E os arrepios que provoca nesteG galope estendidoD7 Nos levam ao chão batido dosG ranchos da bossoroca ( )