Chuva de Ternura

Lunae Lux

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    Andando só na chuva
    Adocicada de ternura
    Batendo a brisa fria
    Que espicha a espinha

    Eu volto sempre caminhando torto
    E a água escorre na calçada
    Cravejada de ladrilhos brilhantes
    E eu navego num barquinho de papel
    Sem vela, ermo ao léu

    Perdido na vista do mar
    Contemplo uma estrela e seu último arfar
    Chovem lágrimas na terra
    E meteoros no céu

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    Chora uma constelação
    E bebemos o seu fel
    É quando a solidão e a vela
    Se tornam o Sol do poeta

    E o rosto do meu bem vem me assombrar
    É quando a solidão e a vela
    Se tornam o Sol do poeta

    E o último feixe de luz da tarde no teu peito projeta

    Información de la canción

    Composición: Lunae Lux

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