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    Ser a dor, viver a dor, ser árvore
    Envergar e jamais quebrar
    Ser o choro, embriagar com cada lágrima
    Ser retina, abrir o olhar e mareiar para limpar

    Ser o sangue, viver o sangue, ser cinzas
    Queimar e renascer do pó
    Ser a água, embriagar com todo canto de mar
    Ser raiz, entranhar com fluidez para encharcar
    Enloucrescer pela dor e pelo amor

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    O horizonte é para quem tem veias abertas e poesia nos ossos
    Mirar o sorriso do vento
    Beijar os olhos da lua
    Comer da memória

    Información de la canción

    Composición: Maíra Baldaia, Nath Rodrigues y Eneida Baraúna

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