Rio Uruguai

Mano Lima

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    Quando Deus fez este mundo fez do rio a veia artéria
    A água é sangue da terra lhe digo de cara seria
    Sou taura na geografia, tirei cinco na matéria
    E a lo largo se me engano, bobagem pouca é miséria.

    Meu velho rio Uruguai regra de sangue e de vida
    A região missioneira que por ele é repartida
    É manso quando nas caixa, é uma fera na subida
    Fazendo roncar enchente mesmo que tigra parida.

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    O Uruguai é meu padrinho, pois nele fui batizado
    E é por isso que eu levo jeito de potro aporreado
    E aqui recordo cantando aquele velho ditado
    Quem dos seus não puxa a raça não passa de um desgraçado.

    Minha mãe uma xirua, destas do pêlo trançado
    Meu pai um velho chibeiro que ganha a vida embarcado
    Nasci num catre de balsa e se não estou enganado
    Minha primeira chupeta foi a cola de um dourado.

    Viro o mundo pelo avesso e sempre no vem-e-vai
    Venho lavar as feridas nas barrancas do Uruguai
    Meu velho rio colorado de dentro de mim não sai
    E a quem sempre peço a benção como se fosse meu pai.

    Información de la canción

    Composición: Silva Rillo y Mano Lima

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