Proseando Com Deus

Mano Lima

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    Patrão velho das alturas, venho pedir tua bença
    Ajojo em ti minha crença, meu amado criador
    Na lida xucra que abraço, carrego a vida nos tento'
    Desse jeito, me apresento como um simples domador

    E quando um bagual se agarra cerro abaixo corcoveando
    Sinto que Deus tá me espiando, abençoando a criatura
    Depois que apeio do urco, me ajoelho e tiro o chapéu
    E rezo olhando pro céu ao pai velho das alturas

    E quando uma tropa estoura no breu medonho do escuro
    Dentro de mim, eu procuro a proteção do Senhor
    E a tua luz me protege, eu volto a ser piá de berço
    E assim, vou rezando um terço nos flecos do tirador

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    Peço ao Patrão Celestial por minh'alma chimarrona
    Meu catecismo é a carona que eu benzo depois da lida
    Sou índio xucro de galpão, por Deus e Nossa Senhora
    No papagaio da espora, vai pendurada a minha vida

    Por isso, sempre me benzo ao cruzar numa capela
    Pois sinto que dentro dela mateia o pai das alturas
    Faço uma prece bem linda, do jeito que eu aprendi
    Nos meus tempos de guri, da boca da noite escura

    Outras vez', também eu rezo de uma maneira bagual
    Estendo a alma no varal do galpão dos sonhos meus
    Vira terço e rosário o teclado da minha cordeona
    Nesta vaneira gaviona, eu vou proseando com Deus

    Información de la canción

    Composición: Joao Sampaio, Mano Lima, Varguinhas y Lourenco Notargiacomo

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