Espírito do Rio (Canto XXVIII)

Manzuá

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    A tempestade não assusta o espírito do rio
    Que desce mar revoltado em cataratas de lama
    Levando esperanças, móveis e vidas
    Além de gente de destino incerto
    Roupas em desalinho
    Marmitas sem comida
    Surpresas que arrebitam os olhos
    E estreitam o coração,
    Mas depois do caos e da imperfeita explosão
    Tudo volta à sua rotina
    Há calma e indiferença nas pedras que emergem em ilhas
    E, como se nada tivesse acontecido
    O vento breve veste capa de calmaria
    Pousa no ombro do poeta
    Ou assanha o cabelo do menino

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    Información de la canción

    Composición: Manzuá y Kleber Torres

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