[Intro] Am Bm7(5-) E7 AmE7 Am Se eu fosse abrir o peito, me faltariam palavrasE7 Am Pois muito aqui habito neste simplório rincãoG C Vi a chegada do homem demarcando territórioB7 E Vi também o ofertório desta terra em comunhãoF E7 Am Eu vi nascer o gaúcho e as botas de garrãoE7 Am O rodado da carreta, choramingando seu fimF E7 Am Vi nascer o povoado quinchado de santa-féBm7(5-) E7 Am No tempo que eu fui liberto, mas prisioneiro de mimContinúa después del anuncioE7 Am Eu fui toca de mulita na intenção da rodadaE7 Am Da petiça colorada, que o mulato enfrenouE7 Am Fui catre para um romance, num desejo proibidoA7 Dm E7 Am Que por ser tão escondido, nem mesmo a lua clareou( E7 Am Bm7(5-) E7 Am )E7 Fui parador de rodeio num canto de invernadaDm E7 Am Fui cama para um pealo num dia de castraçãoDm E7 Am Fui pasto seco no inverno, morto pela geadaBm7(5-) E7 Am Que renasce com o viço, na chegada do verãoF E7 Am Senhores eu sou o campo, e este é meu inventárioE7 Am Um relato de saudade do que fui e do que souF E7 Am Peço que guardem pra sempre no gérmen desta sementeBm7(5-) E7 Am Este relato de campo deste chão que vos criouE7 Am Eu fui toca de mulita na intenção da rodadaE7 Am Da petiça colorada, que o mulato enfrenouE7 Am Fui catre para um romance, num desejo proibidoA7 Dm E7 Am Que por ser tão escondido, nem mesmo a lua clareou( E7 Am Bm7(5-) E7 Am )
Inventário de Campo
Marcelinho Nunes
- A7
- Am
- B7
- Bm7(5-)
- C
- Dm
- E
- E7
- F
- G
Continúa después del anuncio
Tono: