Vaso No Silêncio

Marcelly Sptti

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    As vezes em silêncio o vaso pergunta
    Será que o senhor não está a me esculta
    Parece que o céu trasformou se em bronze
    E a minha oração ñao consegui chega

    Porém de uma coisa o vaso se esquece
    Os olhos de Deus estão a contemplar
    No trono ele se curva e ti ouvi
    Esculte a voz
    Dele há de dizer

    És apena o vaso e o oleiro sou eu
    Será que eu não posso quebra te outra vez
    E ao invés de contenda
    Te humilha e desse
    Pra eu te usar
    Todo vaso que é barro
    Ouvi a minha voz
    Nao contende
    Pergunta qual é meu querer
    Desce a casa do oleiro
    Para um vaso novo
    Meu senhor fazer

    Deus não quer o vaso
    Em baixo do zintro
    Ti acomodadas não queres a obra fazer
    Deus manda fala
    E ao contrario te calas
    Só te preocupas
    Com o teu querer
    As provas não matam elas capacitar
    Vê si agora mim entendi
    O silêncio meu
    Não é como tu queres
    E sim do meu jeito
    O oleiro é perfeito
    O oleiro sou eu

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    Ês apenas um vaso e o oleiro sou eu
    Será que eu não posso quebra te outra vez
    E ou invés de contenda te humilha e desse pra eu te usar

    Todo vaso que é barro ouvi a minha voz
    Não contende pergunta
    Qual o meu querer
    Desce a casa do oleiro para um vaso novo meu senhor fazer

    As vezes em silêncio o vaso pergunta será que o senhor não está a me esculta
    Parece que o céu trasformou se em bronze
    E a minha oração ñao consegui chegar
    Porém de uma coisa o vaso se esquece
    Os olhos de Deus
    Estão a contempla
    Do trono ele si curva e te ouvi

    Esculte a voz dele
    A te dizer
    És apena o vaso e o oleiro sou eu
    Será que eu não posso quebra te outra vez
    E ou invés de contenda te humilha e desse pra eu te usar
    Todo vaso que é barro ouvi a minha voz não
    Contende
    Pergunta qual é meu querer desce a casa do oleiro para um vaso novo meu senhor fazer

    És apena o vaso e o oleiro sou eu será que eu não posso quebra te outra vez
    E ao invés de contenda te humilha e desse pra eu te usar todo vaso que é barro ouvi a minha voz não contende pergunta qual o meu querer
    Desce a casa do oleiro para um vaso novo meu senhor fazer

    És apena o vaso e o oleiro sou eu será que eu não posso quebra te outra vez
    E ao invés de contenda te humilha e desse pra eu te usar
    Todo vaso que é barro ouvi a minha voz
    Não contende pergunta qual o meu querer
    Desce a casa do oleiro para um vaso novo
    Meu senhor fazer

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