Nas Estradas da Vida

Marcelo Cavalcante

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    Eu vi muita gente sonhando
    E se esquecendo de viver
    Sentindo frio e medo de morrer
    Eu vi muita gente chorando...

    Tive tudo pra sorrir,
    Mas a dor do outro me fez chorar
    Vi a indigência partir
    Porque o amor não lhe constituiu um lar...

    Tive abandono e esquecimento
    Espelhos meus, ao relento
    Estive sozinho...

    Tive bons momentos
    Como borboletas ao vento
    E pássaros no ninho...

    Vi a tristeza nos excluídos
    A sociedade sentenciando o ébrio
    O silêncio e os gemidos
    De quem senti da vida, tédio...

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    Vi crianças e vi sorrisos
    O desespero nos enlouquecidos
    O potencial da inocência
    Fez seu ninho na indigênca...

    Vi o egoísmo gerando a fome
    E a caridade apaziguando tudo
    Vi gente sem rosto, sem nome...

    Vi que a verdade preserva
    O que a mentira consome
    Vi gente sem rosto, sem nome...

    Abandonei meus amores
    Pra consolar outras dores
    Entoei um novo canto
    Enxugando outros prantos...

    Aprendi a ser feliz,
    Fazendo alguém feliz
    Deixei de mendigar amor,
    Quando compreendi as lições da dor...

    Caminho mais sereno
    O amor habita nos pequenos
    E nenhuma alma é esquecida...

    Se o ódio é um veneno,
    Nem mesmo as cobras eu condeno,
    Porque o perdão soergue vidas...

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