De Saltar Calando
Marcelo Oliveira
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Tono:
E - A - B7 / Cdim - C#m7E - A - B7 - EA É de vereda, parceiro, que o golpeE firma na trançaA Se o braço busca a distância, noE estender da canhadaA Uma terneira abichada, que achata aE cola por contaA Ritual gaúcho na estampa destaE querência sagradaF#m É de vereda, parceiro, com a botaB7 sempre estrivadaF#m Que aparto um boi na invernada praB7 garantir o sustentoA Chapéu tapeado com o vento, numE barbicacho apertadoF#m B7 E E um peleguito virado, nesseE7 fundão mormacentoContinúa después del anuncioRefrão:A Salta calando, parceiro, saltaE | calando |F#m Faz um bichinho e afirma a perna noB7 | más |REPETEA Soca as esporas e afrouxa a boca doE | pingo |F#m B7 E Que a zebuada sobra pata por demásE7* | | *: somente na primeira vezC#m7 - B7 - A - G#7C#m7 - B7 - A / B7 - EA E de vereda, parceiro, vamosE rangindo a caronaA Num resmungar das choronas, nalgumaE folga domingueiraA E a sina, por balconera, fazE esbarrar na cancelaA Pra tirar a poeira da goela numE bolicho de fronteiraF#m É de vereda, parceiro, que a noiteB7 vem espiandoF#m Junto aos buracos do rancho de umaB7 peleia passadaA E o vício ronda a indiada, numE destorcido com canhaF#m B7 Piscando um olho na sanha eE E7 metendo sorte clavada RefrãoF#m - B7 - E / B7 - E