Digital de Terra
Marcelo Oliveira
- Am
- Cm
- Dm
- E7
- F
- Fm
- G
- G#
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Tono:
Am G F E7 Tropa é quadro na paredeAm Carreta é moldura antiga As botas perdem estribos mas inda firmam demorasDm E o couro também se lembra que o sangue tinge as esporasF Cada retalho terrunho é marca viva e se encerraE7 Sempre que volta - é campeiro – com digitais pela terraAm E o campo fica nos dedos por testamento assinadoDm Guarda um poema encardido no berro grosso do gadoF Uma saudade no rosto em rastros de permanência –E7 É o barro da identidade que reconhece a QuerênciaContinúa después del anuncioDm Am E7 Volta-boi! acorda em verso, rangido vira cantigaF E7 Tropa é quadro na paredeAm Carreta é moldura antiga[Solo] Cm G# G Fm Cm Foi de lá, de um outro tempo, foi daqui e se costeia Herança que segue altiva pra desatar as maneias Volta-boi! Volta-boi! carretas viram poema Tropa é quadro na parede e ainda berra suas penasAm Os que ficam têm motivo, são mais do que tenho escritoDm Uns morrem no esquecimento, outros, perto do infinitoF Dos bons cavalos de viagem andantes por vida inteira –E7 Pingam gotas das estradas intermináveis de poeiraAm Esses semblantes de campo vão morrer todos iguaisF Pois é debaixo da terra que se apagam as digitaisDm Volta-boi! vira cantiga, carretas viram poemaE7 Tropa é quadro na parede e ainda berra suas penasDm Am E7 Volta-boi! acorda em verso, rangido vira cantigaF E7 Tropa é quadro na paredeAm Carreta é moldura antiga!
Composición: Otavio Lisboa, Richard Pereira y Pedro Terra
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