Seu Espinho e Flor de Tuna
Marcelo Oliveira
- A
- Am
- B
- Bm
- D
- Em
- F#m
- G
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Tono:
Bm Seu Espinho era do campo, moradorEm da serraniaA Era lanceiro de noite, mas eraBm espinho de diaBm Flor de Tuna era caseira, usavaEm saia de chitaA De dia se achava feia, de noiteBm andava bonitaG A O pé de tuna do campo era oD cenário perfeitoF#m Pra um amor de flor bonita e umBm espinho de respeitoEm A Seu Espinho, moço novo, seD B apaixonou pela florEm Mas tinham muitos no campo que juravam o mesmo amorBEm Ele era espinho de fato, meioAm rude, mas direitoD Só era de fazer mal a quemEm chegasse sem jeitoEm Flor de Tuna tinha graça mimosa deAm flor vermelhaContinúa después del anuncioD Só mostrava seus sorrisos praEm receber as abelhasAm Mas Flor de Tuna se abria quando aEm lua despontava Rodava as franjas da saia e praAm B Em todos se mostravaAm Deitava sobre os espinhos, judiava deles sem dóEmAm Amor sem ser dos dois lados é amorB de um lado sóEmBm Quem passasse assim, olhando, às vezes falava baixinhoEmA Como pode a mesma tuna dar florBm bonita e espinhosG A Mas num domingo, à tardinha, passou um gaúcho na estradaDF#m E levou a Flor de Tuna de presenteBm à namorada.Em Levou a mão entre espinhos, comA D B jeito arrancou a florEm Seu Espinho e outros tantos viramB partir seu amorEm Não puderam fazer nada, hojeAm lamentam sozinhosD Era bonita demais pra viver entreEm os espinhosEm Flor de Tuna foi-se embora, sem adeus disse na idaAmD Pareceu que não gostava nem umEm pouco dessa vidaAm Foi nas mãos de cavaleiro para enfeitar um ranchinhoEmAm Vai sentir falta de casa, murchandoB Em devagarzinhoAm Mas Seu Espinho ainda chora noitesEm inteiras de mágoasAm Flor de Tuna foi pra longe, foiB morar num copo d'águaEm