A Deusa da Minha Rua

Marco Aurélio

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    A Deusa da minha rua
    Tem os olhos onde a Lua
    Costuma se embriagar
    Nos seus olhos eu suponho
    Que o Sol num doirado sonho
    Vai claridade buscar
    Minha rua é sem graça
    Mas quando por ela passa
    Seu vulto que me seduz
    A ruazinha modesta
    É uma paisagem de festa
    É uma cascata de luz

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    Na rua, uma poça d'água
    Espelho da minha mágoa
    Transporta o céu para o chão
    Tal qual o chão da minha vida
    A minh'alma comovida
    O meu pobre coração
    Espelhos da minha mágoa
    Meus olhos são poças d'água
    Sonhando com seu olhar
    Ela é tão rica, eu tão pobre
    Eu sou plebeu, ela é nobre
    Não vale a pena sonhar

    Información de la canción

    Composición: Jorge Faraj y Newton Terxeira

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