Sogro Valente
Marcos Violeiro e Adalberto
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Tono:
E Arranjei um amor ardente e aB7 E menina é um tesouroE O pai dela é valente prometeuB7 B7 F# B7 tirar meu couroF#7 Falei em roubar a moça, já ficouB7 F#7 B7 arrepiadoA E para dormir sem susto, o danadoB7 muito astuto soltou seu cachorroE B7 E bravoF#7 Meu sogro era zangado, botava féB7 F# B7 no seu tacoB7 E E com pose de nazista, cara ruimB7 E de terrorista pensando que eu fracoB7 E (Solo)Continúa después del anuncioE Altas horas no escuro eu chegueiB7 E na casa delaE Depois de pular o muro bati na suaB7 B7 F# B7 janelaF#7 E na calada da noite, fugiB7 F#7 B7 roubando meu bemA Pra completar a trapaça, oB7 cachorro era de raça eu roubei eleE B7 E tambémF#7 E o sogro despeitado, procurou oB7 F# B7 meu roteiroB7 E Jurou apronta o regaço, dar umaB7 surra de laço e me esfolar porE B7 E inteiro (Solo)E Quando achou minha pista nãoB7 E esperou muito tempoE Foi me pagar a visita só vingançaB7 B7 F# B7 prometendoF#7 Veio a noite disfarçado, andandoB7 F#7 B7 em passo de valsaA Mas se esqueceu do cachorro,B7 voltou gritando socorro faltando oE B7 E fundo da calçaF#7 E o sogro conformado, nunca maisB7 F# B7 meteu o narizB7 E A filha dele me ama, e dorme naB7 E minha cama sem medo de ser felizB7 E