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    Um ricaço fazendeiro
    Das bandas do Tietê
    Tinha uma filha bonita
    Mais linda que a flor do ipê
    Quando ela ia no pasto
    Dava gosto a gente vê
    O gado lhe rodeava
    Suas mãos vinham lamber
    Se um bezerro adoecia
    De tudo ela fazia
    Ai pro bichinho não morrer

    O capataz da fazenda
    Por ela sentiu paixão
    E muitas vezes tentou
    Ganhar o seu coração
    E ela com muito jeito
    Lhe respondia que não
    Quando foi um certo dia
    Ele fez uma traição
    Querendo aproveitar dela
    Matou a pobre donzela
    Ai sem dó e sem compaixão

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    Na fazenda tinha um boi
    Que a moça tinha criado
    Com leite de mamadeira
    Por ser bezerro enjeitado
    Para despistar seu crime
    Aquele homem malvado
    Deixou os chifres do boi
    De sangue avermelhado
    Foi falar com o patrão
    Que seu boi de estimação
    Ai sua filha tinha matado

    O fazendeiro chorando
    A morte da filha amada
    Mandou depressa os peões
    Buscar o boi na invernada
    O boi entrou na mangueira
    Cercado pela peonada
    Pressentindo sua morte
    Virou uma fera acuada
    Igual felino sagaz
    Investiu no capataz
    Ai lhe dando várias chifradas

    Pra salvar o capataz
    A peonada correu
    Enquanto ele agonizava
    Contou tudo que se deu
    O que ele revelava
    A todos surpreendeu
    Nas derradeiras palavras
    Foi esse o pedido seu
    Não matem o pobre boi
    Que Deus do céu me perdoe
    Ai quem matou ela fui eu

    Información de la canción

    Composición: Sulino y José Alonso

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