Boiadeiro e o Berrante

Marcos Violeiro e Cleiton Torres

  • A
  • A7
  • Bm
  • D
  • E7
Continúa después del anuncio
Tono:
Solo
A Olha seu moço meu berrante pendurado todo sujo empoeirado
E7 na parede do porão
Bm E7 há muito tempo eu ali dependurei nele nunca mais toquei
A pra não chorar de paixão
A7 também meu peito
D já não tem força bastante
A7 pra repicar o berrante
D e amenizar minha dor
E7 de uma saudade
A das estradas e poeira
E7 de uma vida boiadeira
A que pra mim já se acabou
E7 A Porque saudade machuca tanto
E7 D A nem do meu pranto você não tem dó
E7 A e como dói é torturante
Continúa después del anuncio
E7 A ver meu berrante todo coberto de pó Solo
A Olha seu moço como dói meu coração ver a minha profissão que não tem
E7 mais serventia
Bm porque agora se transporta uma
E7 boiada numa gaiola fechada
A em modernas rodovias
A7 D não tem poeira não tem grito de peão
A7 não se ouve no sertão
D um berrante em surdina
E7 por isso sinto no meu peito a
A grande dor
E7 o progresso me forçou
A a mudar a minha sina
E7 A Porque saudade machuca tanto
E7 D A nem do meu pranto você não tem dó
E7 A e como dói é torturante
E7 A ver meu berrante todo coberto de pó Solo
A Olha seu moço meu berrante no abandono parece que não tem dono
A7 o seu toque emudeceu
Bm quando lhe vejo
E7 os meus olhos enchem d'agua remoendo minhas magoas
A me pergunto quem sou eu
A7 D eu sou aquele um antigo boiadeiro
A7 um velho peão estradeiro
D sem cavalo e sem boiada
E7 que ainda guarda um berrante
A pendurado
E7 como um troféu polvilhado
A de poeira das estradas
E7 A Porque saudade machuca tanto
E7 D A nem do meu pranto você não tem dó
E7 A e como dói é torturante
E7 A ver meu berrante todo coberto de pó
Información de la canción

Composición: J. Wilson y Marcos Violeiro

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