Pagode da Paz
Marcos Violeiro e Cleiton Torres
- A7
- D
- E
Continúa después del anuncio
Tono:
SoloD O meu coração pediuA7 Que eu pegasse a viola Pra musicar alguns versosD Que estavam na cachola Eu não discuto por nadaA7 Muito menos nessa hora Venho de terra distanteD E estou chegando agoraE Só que gosto de violaA7 Me perguntaram, por que? No idioma caipiraD Agora vou responderE Não sou do vento viradoA7 Não tenho pai assombradoD Pra cantar sou calibradoA7 Só no meu ponteadoD Já é possível entenderContinúa después del anuncioSoloD Viola que não prestavaA7 Comigo ficou batuta Só canto fazendo amigosD Eu não entro em disputa Para pontear dobradoA7 Tenho um parceiro dos bão Não há dueto mais lindoD Do que viola e violãoE Pagode, moda de violaA7 Pra cantar tem que ter peito Não pode ser mais ou menosD Precisa fazer bem feitoE Não sou bagre de enchenteA7 Sou veneno de serpenteD Da vida não sou descrenteA7 Tenho uma paixão crescenteD Aqui dentro do meu peito SoloD Canto no estilo de raizA7 Com raça e coração Presto atenção no que dizD A palavra tradição Disseram em outros temposA7 Que a viola ia acabar Ela renovou as forçasD Defendendo seu lugarE Usando toda expressãoA7 Viola é bom de mais Veja quanto sentimentoD O som das 10 cordas trazE No cantar sou passarinhoA7 Não quero contar sozinhoD Pra todos o meu carinhoA7 Abraçado nesse pinho, D Canto o pagode da paz