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    Num problema existente
    As pessoas carentes de compreensão
    São esmagadas no lodo
    Enquadradas num todo paradoxal

    Num problema vigente
    As pessoas doentes de abstenção
    São estragadas no iodo
    Abrigadas num toldo roto e irreal

    No meio da história
    As estórias emergem, convergem, divergem
    Confundem o espectador
    Que está na plateia com uma única ideia
    Vibrar com a existência da dor

    No meio da história
    As estórias emergem, convergem, divergem
    Confundem o espectador
    Que está na plateia com uma única ideia
    Vibrar com a existência da dor

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    Se o problema é ausente
    As pessoas dementes, sem exatidão
    São recalcadas de tédio
    E atiradas pra fora do prédio
    Não podem assistir à dramatização

    Isto as corrói interiormente
    E não sendo nem ator, nem assistente
    Agem como escorpião

    Num problema existente
    As pessoas carentes de compreensão
    São esmagadas no lodo
    Enquadradas num todo paradoxal

    No meio da história
    As estórias emergem, convergem, divergem
    Confundem o espectador
    Que está na plateia com uma única ideia
    Vibrar com a existência da dor

    No meio da história
    As estórias emergem, convergem, divergem
    Confundem o espectador
    Que está na plateia com uma única ideia
    Vibrar com a existência da dor

    No meio da história
    As estórias emergem, convergem, divergem
    Confundem o espectador
    Que está na plateia com uma única ideia

    Información de la canción

    Composición: Fominha

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