Uma Canção Desnaturada

Marlene

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    Por que cresceste, curuminha
    Assim depressa, e estabanada
    Saíste maquilada dentro do meu vestido
    Se fosse permitido eu revertia o tempo
    Pra reviver a tempo de poder

    Te ver as pernas bambas, curuminha
    Batendo com a moleira
    Te emporcalhando inteira
    E eu te negar meu colo
    Recuperar as noites, curuminha
    Que atravessei em claro
    Ignorar teu choro e cuidar só de mim

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    Deixar-te arder em febre, curuminha
    Cinqüenta graus, tossir, bater o queixo
    Vestir-te com desleixo
    Tratar uma ama-seca
    Quebrar tua boneca, curuminha
    Raspar os teus cabelos
    E ir te exibindo pelos botequins

    Tornar azeite o leite do peito que mirraste
    No chão que engatinhaste
    Salpicar mil cacos de vidro
    Pelo cordão perdido te recolher pra sempre
    À escuridão do ventre, curuminha
    De onde não deverias nunca ter saído

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