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    Justo no copo que tomei
    Justo a foto que perdi
    Justo a promessa que falhei
    Justo no dia que saí
    Justa é a porta da esperança
    Por onde passa o mendigo e o rei
    Justo quando eu desafinei
    É justo o pranto de um poeta
    Quando silêncio se faz por alguém
    E quando o choro é de lembrança
    É justo festejar também
    Se o surdo já não fica mudo
    É justo o riso que trago em mim
    Justiça agora seja feita
    Na justa cadência de um justo assim

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    Información de la canción

    Composición: Marquinho Dikua y Marcelo Fonseca

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