No Canto do Sol

Massacre Em Alphaville

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    Onde se vê, com calma o abutre espreitando sua caça
    Onde a chuva apodrece as tábuas
    Muquiado a pedra queima, inala
    Vacilou na quebrada dorme na vala!

    Um rosto afoito de quem implora a vida
    Algum sabor na velha carne ferida
    No canto do Sol a trégua é velada
    Apenas por sangue, ódio, rajada

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    No canto do Sol não tem perdão
    Se não tiver respeito, já era Jão!
    Pra casa cair é um-dois
    Porque a dívida nunca fica pra depois

    Não adianta ajoelhar, não tem conversa
    As preces aqui não chegam ao céu
    Quando o dia amanhece o Sol ilumina
    Pelos buracos de bala o sangue do réu.

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