Gineteada de Basto

Mauro Moraes

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    Cavalo aporreado, puxa pro palanque
    Aperta os basto num pelado sem pelego
    Vai a rédea na argola do bucal
    E uns lacaço fora do tempo.

    Tem gente fabricando aporreado
    Monta duas, três vezes abre a perna, sai de cima
    Corta a cola, tira o toso
    Depois manhoso, manda incluir na tropilha.

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    Nem sempre, o ginete é domador
    Ainda mais, quando a coisa vai mal
    Passa a mão no rabicho
    E até na cabeça do basto.

    Ginete que se presa e se garante
    Numa pegada pra cima
    Se vai ao cogote do potro
    Com os pés calçados no estribo.

    Información de la canción

    Composición: Mauro Moraes

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