Mouro Negro

Mauro Moraes

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    "Embodocado dos bastos
    Um mouro negro orelhano
    Morde o bocal desconfiado
    Provando a primeira encilha
    Domador à moda antiga
    Atento à lida que leva
    Só depois de alçar a perna
    Quebra ochapéu e se arrima"

    Preparo de corda chata
    Entono de índio touro
    Que sabe as manhas do mouro
    O pelo é sempre um sinal
    De como sai o bagual
    Quando se aparta a madrinha
    O mouro é gal ode rinha
    Até o careio final

    "Arrastou-se o mouro negro
    Pro lado oposto do vento
    Peleando de tento a tento
    No posto trocando tiro
    Coiceando o bronze do estribo
    Sem dar nem pedir clemência
    Sem saber que da experiência
    Resultaram dois amigos"

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    Largou de cabeça solta
    Costa abaixo,campo fora
    Quem doma não se apavora
    Tem mais que primeira encilha
    Enxerga em potro que briga
    Um parceiro corajoso
    Que bagual que arrasta o toso
    Faz um cavalo pra vida

    "À quem doma à moda antiga
    Num ponteio de guitarra
    Dou gracias por ter nas garras
    Um mouro florão de estampa
    Fiel parceiro de andanças
    De topar parada feia
    E paleterar lua cheia
    No corredor da confiança"

    Arrastou-se o mouro negro
    Pro lado oposto do vento
    Peleando de tento a tento
    No posto trocando tiro
    Coiceando o bronze do estribo
    Sem dar nem pedir clemência
    Sem saber que da experiência
    Resultaram dois amigos

    Información de la canción

    Composición: Mauro Moraes y Mateus Neves Da Fontoura

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