Mané do Bar

Mc G3

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    O orgulho de um homem é o brio do seu rosto
    Rosto que mamãe beijou ninguém jamais vai tocar
    Eu ouvi esse relato nunca mais esqueci
    Assim me falou um dia parceiro mané do bar
    Mais o que ninguém previu
    E que chegaria ao dia
    Que a vida do mané então iria mudar
    No tumultuo de vizinhos

    Um sujeito exaltado com a mão aberta
    Feriu a hora do mané do bar
    Que caminhou sem reação
    Deu pra notar o seu orgulho reduzido a pó
    A lágrima que escorreu sobre o vergão do seu rosto
    Me fez lembrar do seu relato e aguardar o pior
    Sedento de vingança, em minha frente ele jurou
    Morre o mané do bar nasce o mané quebrador
    Sedento de vingança hoje faz jus ao que jurou

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    Morre o mané do bar nasce o mané quebrador, oh, oh
    Morre o mané do bar nasce o mané quebrador, oh, oh
    E agora e um sujeito que não conhece limites
    O mínimo e motivo pra meter a mão
    Sangrento e homicida, por muitos temido
    Colecionador de morte, ele e frente do morrão
    E o respeito que não teve nos tempos de batalha
    Agora tem de todos sem temer a ninguém
    Seu pedido agora e ordem, e ninguém ousa negar

    Sua palavra e decisão e na favela e a lei
    E pra quem um dia desacreditou
    Fica na sola do sapato que o leão acordou
    Se não fosse o abuso daquele cidadão
    Talvez ele seria o mané batalhador
    Mais depois de violento faz jus ao que jurou
    Morre o mané do bar nasce o mané quebrador, oh, oh

    Información de la canción

    Composición: Mc G3

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