Buraco da Agulha

Meros Erros

    Continúa después del anuncio

    Da minha janela eu vejo o mundo
    Vasto mundo
    O meu enquadramento
    Tal qual fotografia do momento
    Que às vezes eu enrolo
    E fumo
    Num trago profundo
    Pra esconder as fraquezas
    Que eu trago, mas não fumo

    Da minha janela, vejo a fumaça dos invencíveis
    Que desfilam de etiquetas e conversíveis
    Ascendentes de uma geração doente
    De intocáveis e indiferentes
    Enfeitados elefantes brancos
    Da cor dos seus criminosos colarinhos
    Gente de coração mesquinho
    Que morre em bando por um ser invisível
    Como os que fingem não ver

    Continúa después del anuncio

    Da minha janela vejo tantos tortos mortos sem velórios
    Sem status e poder ilusórios
    Inseguros eram os seus portos
    A festa acabou

    Quero ver a quem vai recorrer
    Rasa gente que negou a fraqueza
    Preferiu se enganar com a nobreza
    E agora é desova
    Ou uma cova qualquer
    Com uma pandemia
    A gente descobriu o que mais temia
    A fragilidade humana não é uma invenção da filosofia

    Pobre gente nobre
    Que no mar da hipocrisia mergulha
    Enquanto o camelo passa pelo buraco da agulha

    Información de la canción

    Composición: Eros Sester & Erikson Walla

    ¿Los datos están equivocados?

    Enviar revisión