Sangue e Cinzas

Metrópole Locomotiva

    Continúa después del anuncio

    Habitar o mundo nas arestas
    À margem de tudo que é ou que será
    Fatiar as promessas inteiras
    Cumpridas e curtas depois do pôr-do-sol

    Cantar porque nunca mandaram
    Ou porque incomodo alguém no quinto andar
    Chorar por motivos estúpidos
    Gritar com as entranhas para a raiva passar

    Manchetes, charadas
    Tudo isso importa pra nada
    Mataram o poeta no seio da madrugada
    E quem herdou sua guitarra chorou sangue e cinzas
    Chorou sangue e cinzas
    E rock and roll

    Continúa después del anuncio

    Mentir as bobagens sinceras
    Furtar as verdades dos santos sem altar
    Subir as escadas inúteis
    Cansar estes passos para o tempo cansar

    Mostrar que as palavras tem nervos
    Cortar as palavras pra dor se torturar
    Torcer a raiz dos cabelos
    Com verbos que a mente pede pra não lembrar

    Manchetes, charadas
    Tudo isso importa pra nada
    Mataram o poeta no seio da madrugada
    E quem herdou sua guitarra chorou sangue e cinzas
    Chorou sangue e cinzas
    E rock and roll

    Dejetos dos anos noventa
    Filhos da ex-capital do rock and roll

    Información de la canción

    Composición: Daniel Kirjner

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