A Eu ando assim meio atirado às traçasE Sem ter alguém para cevar meu mate Que sinta falta quando estou pro campoD E A E sinta medo quando gineteioF7 Bm Embora saiba que do meu arreioE A Eu só me apeio pra matar a sedeA Que atice o fogo nos invernos brabosE Quando cansado chego das tropeadas Café passado, bóia bem caseiraD E A Que venho enjoado de comer assadoF7 Bm Me aqueça o corpo quando a noite é friaE A E me faça ver o quanto sou amadoE Alguém que à tarde ao matear me façaA Ouvir as queixas do mais novo dos guris Não puxou água nem a lenha pra cozinhaD E A E além de tudo agora deu pra se sumirA7 D Encilha um potro de taquara e diz que é tuA E Agarra um fiambre e vai sestia no corredorF7 Bm Só fala em tropas, campereadas e baguaisE A E acolhera os guaxos pra lidar de lavradorA7 D Afinal sonhar um pouco adoça a almaE A Dos que na vida andam sozinhos que nem euF7 Bm Tendo os arreios e os pelegos como catreE A E em vez de quincha, um poncho negro e um chapéuE Alguém que à tarde ao matear me façaA Ouvir as queixas do mais novo dos guris Não puxou água nem a lenha pra cozinhaD E A E além de tudo agora deu pra se sumirA7 D Encilha um potro de taquara e diz que é tuA E Agarra um fiambre e vai sestia no corredorF7 Bm Só fala em tropas, campereadas e baguaisE A E acolhera os guaxos pra lidar de lavradorA7 D Afinal sonhar um pouco adoça a almaE A Dos que na vida andam sozinhos que nem euF7 Bm Tendo os arreios e os pelegos como catreE A E em vez de quincha, um poncho negro e um chapéu
Atirado As Traças
Miguel Bicca
- A
- A7
- Bm
- D
- E
- F7
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