Quilombo dos Palmares, um Paraíso Negro - 1996

Mocidade Unida de Jacarepaguá

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    Hoje eu vou que vou
    Me embriagar de emoção
    Lembrar os personagens
    Que marcaram a rebelião
    Encho o meu peito
    De orgulho e euforia
    Tristeza nunca covardia

    Nos mucambos têm magia, felicidade
    Palmares, cenário da mocidade

    Ganga Zumba
    Foi à voz da libertação
    Entre tantos devaneios
    Amado o fim da discriminação
    Pecuária, agricultura
    Extrativismo tão marcante
    Brilha a luz dos orixás
    Religiosidade fascinante

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    Batam palmas, vamos sorrir
    São três séculos
    Vivo e mortal Zumbi

    Vem que hoje é festa, amor
    Alegria não tem cor
    Liberdade clara cor no sol
    Negro rei do carnaval

    Ele canta e dança, sem dor
    Esquecendo as marcas que o feitor deixou
    O meu coração não vai resistir
    Explode a raça na Sapucaí

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