Todo Dia e a Mesma Coisa

Moisés Da Vitória Ribeiro

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    Acordei com a mesma maldita coisa, mais um dia, a mesma dor
    Tento me libertar, mas estou acorrentado ao jogo
    Mamãe disse que conseguiríamos sair dessa, mas parece que estamos presos
    Tentei mudar meu destino, mas parece que não tenho sorte

    Mãos na terra, sem nunca sair do solo
    Trabalhando até minhas mãos sangrarem, só pra vê-las estragar
    Gerações da mesma luta ecoam pelo corredor
    Toda vez que eu escalo sinto como se fosse cair

    Girando e girando, estou preso no giro
    Lutando contra fantasmas internos, não consigo vencer esse pecado
    Eu quebro, eu me curvo, nunca vejo o fim
    É como se o ciclo recomeçasse de novo, e de novo, e de novo

    Todo dia é a mesma coisa, preso no ciclo da dor
    Tento me libertar, mas parece que estou acorrentado ao jogo
    Continuo me movendo, mas estou andando em círculos
    Não consigo escapar dessas correntes, sempre me afogando nos obstáculos

    Todo dia é a mesma coisa, a mesma luta, o mesmo nome
    Luto por mudanças, mas nunca vejo algo que me salve
    Continuo me movendo, mas estou andando em círculos
    Preso ao ciclo, sempre me afogando nos obstáculos

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    Eles me dizem pra continuar insistindo, não parar agora
    Mas toda vez que tento, me sinto bloqueado
    O peso nos meus ombros é insuportável
    Estou olhando pro topo, mas caí numa prisão

    Disseram que um dia eu sairia ileso
    Mas a sujeira ainda tá grudada, entende?
    As ruas continuam me chamando, é tudo que eu sempre conheci
    Minha mente não para de girar, mas eu tô preso nessa zona

    Girando e girando, estou preso no giro
    Lutando contra fantasmas internos, não consigo vencer esse pecado
    Eu quebro, eu me curvo, nunca vejo o fim
    É como se o ciclo recomeçasse de novo, e de novo, e de novo

    Todo dia é a mesma coisa, preso no ciclo da dor
    Tento me libertar, mas parece que estou acorrentado ao jogo
    Continuo me movendo, mas estou andando em círculos
    Não consigo escapar dessas correntes, sempre me afogando nos obstáculos

    Todo dia é a mesma coisa, a mesma luta, o mesmo nome
    Luto por mudanças, mas nunca vejo algo que me salve
    Continuo me movendo, mas estou andando em círculos
    Preso ao ciclo, sempre me afogando nos obstáculos

    Estou tão cansado da rotina
    Estou tão cansado da subida
    Mas a escada está fora de alcance
    Continuo caindo toda vez que tento subir

    O ciclo está no meu sangue
    Não consigo me livrar do passado
    Será que um dia verei a luz no fim do túnel
    Ou estou preso aqui para sempre?

    Todo dia é a mesma coisa, preso no ciclo da dor
    Tento me libertar, mas parece que estou acorrentado ao jogo
    Continuo me movendo, mas estou andando em círculos
    Não consigo escapar dessas correntes, sempre me afogando nos obstáculos

    Todo dia é a mesma coisa, a mesma luta, o mesmo nome
    Luto por mudanças, mas nunca vejo algo que me salve
    Continuo me movendo, mas estou andando em círculos
    Preso ao ciclo, sempre me afogando nos obstáculos

    Información de la canción

    Composición: Moisés da Vitória Ribeiro

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