Invernias de Lamento

Moisés Oliveira

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    O olhar do tropeiro de quem não espera por nada
    Mirando a boiada juntito a tropeços se arrasta
    E a cuscada se afasta, pressentindo o tormento
    Junto ao seu pensamento a boiada já não basta

    Não cevou mais o próprio mate com o mesmo entono
    Porque no abandono do inverno sentiu-se pequeno
    Foi sorvendo o veneno da velha canha bebida
    Na esperança que a vida perdida lhe desse aceno

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    O inverno castiga o fruto da terra
    Mangueira cedendo o gado que berra
    Parece que tudo na estância está te esquecendo
    São coisas na vida que um taura carrega
    Tristezas na alma que a sorte lhe entrega
    O destino ingrato reserva outro taura morrendo

    O rancho tapera de escoras volteado lamenta
    Com ar de assombrado da lida que lhe foi parceiro
    E o pingo estradeiro que ao longe o relincho se ouvia
    Enquanto chovia bombeava triste o saladeiro

    Información de la canción

    Composición: Regis Marques y Claurinei Klein

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