B Os olhos tristes da fita rodando no gravadorE F#7 B Uma moça cosendo roupa com a linha do EquadorB7 E a voz da Santa dizendoE F#7 B O que é que eu tô fazendo cá em cima desse andorB A tinta pinta o asfalto, enfeita a alma motoristaE F#7 B É cor na cor da cidade, batom no lábio nortistaB7 O olhar vê tons tão sudestesContinúa después del anuncioE F#7 B E o beijo que vós me nordestes, arranha céu da boca paulistaB Cadeiras elétricas da baiana, sentença que o turista cheireE F#7 B E os sem amor, os sem teto, os sem paixão sem alqueireB7 No peito dos sem peito uma setaE F#7 B E a cigana analfabeta lendo a mão de Paulo FreireB A contenteza do triste, tristezura do contenteE F#7 B Vozes de faca cortando como o riso da serpenteB7 São sons de sins, não contudoE F#7 B Pé quebrado, verso mudo, grito no hospital da genteB7 São sons, são sons de sins, são sons, são sons de sinsB7 São sons, são sons de sins, não contudoE F#7 B Pé quebrado, verso mudo, grito no hospital da gente
Beradêro
Monica Salmaso
- B
- B7
- E
- F#7
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