Escravo da Dor

Morandi e Marapé

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    Vem me encontrar, te esperando
    No mesmo lugar da partida
    Vem me encontrar tão sozinho
    Parado no meio da vida
    Eu já nem sei o que faço

    Meus passos estão indecisos
    Eu quis morrer
    Mas pra ver tua volta
    Viver é preciso
    Vi aves brancas voar sobre mim
    Na penumbra da tarde
    Vi borboletas pousando na flor
    Em total liberdade

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    Por que só eu devo ser
    Eterno escravo da dor
    Por que eu fui condenado
    A viver sem amor

    Vem, vem, nos raios primeiros
    Da estrela que surge no espaço
    Vem, vem, na nuvem perdida
    Cobrindo de sombra seus passos
    Vou te esperar no caminho

    Dormido de nosso passado
    Vou te entregar os retalhos
    Que restam de um sonho acabado
    Vi mil invernos passarem por mim
    E chegar primaveras
    Vi nosso tempo morrer
    E o amor transformar-se em quimeras

    Información de la canción

    Composición: Jose Fortuna y Carlos Cezar

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