Rotas Ordinárias

Nando Nuque

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    Pela vida vamos nós
    (Não sei aonde)
    Mas andamos muito ocupados pra olhar
    Se estaremos ao lado
    Ou perto de desencontrar
    Na ambição dos homens de metal
    Da terra do caos

    Não somos donos dessa estrada
    Nem ninguém será
    Ainda que houvesse um meio de tentar
    Nem por isso caberá
    Esquecer de recordar
    No turbilhão de becos e degraus
    Da era do caos

    Velhas ilusões
    Breves corações

    Condicionados ao limite
    Da loucura que se tem
    Congestionada na fuligem
    A favor de um mesmo bem
    Nenhum muro nos divide do clichê de ser alguém

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    Nos automóveis, nas esquinas, nos quintais
    Criando cores, descendendo ancestrais
    Vendendo sonhos em bordéis e catedrais
    ...Cumprindo suas rotas, por toda a via láctea!

    Não somos donos dessa estrada
    Não somos donos dessa estrada
    Não somos donos... Não somos donos
    Nem ninguém será!

    Velhas ilusões
    Breves corações

    Condicionados ao limite
    Da loucura que se tem
    Congestionada na fuligem
    A favor de um mesmo bem
    Nenhum muro nos divide do clichê de ser alguém

    Nos automóveis, nas esquinas, nos quintais
    Criando cores, descendendo ancestrais
    Vendendo sonhos em bordéis e catedrais
    Cumprindo suas rotas, por toda a via láctea!

    Nos automóveis, nas esquinas, nos quintais
    Criando cores, descendendo ancestrais
    Regendo coros em balcões e catedrais
    Tocando suas notas, por toda a via láctea!

    Por toda a via láctea!
    Por toda a via láctea!

    Información de la canción

    Composición: Nando Nuque

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