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    Não é possível que de tanta gente
    Das desalmadas às sobreviventes
    Dos homens e mulheres sãos
    Me perco no tempo dos que um dia vão

    De tantos ares, tantos oceanos
    De tantas línguas e tantos dentes
    Das garras que vêm e arranham
    Me perco no tempo

    Mas vem a manhã
    O colibri vai cantar pra mim
    Mas vem amanhã
    As nuvens já foram brincar

    E no vazio desse horizonte
    E nessas ilhas tão distantes
    São tantos animais solitários
    Mas os pássaros cantam
    Os pássaros cantam

    E vem a manhã
    O colibri vai cantar pra mim
    E vem amanhã
    As nuvens já foram brincar

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    O mar que reluz o infinito
    Clareia a areia, deserto
    Um sopro de algodão

    O mar que reluz o infinito
    Clareia a areia, deserto
    Um sopro de algodão

    Hey, oh, hey, oh, hey, oh, hey, oh
    Hey, oh, hey, oh, hey, oh, ho
    Hey, oh, hey, oh, hey, oh, ho

    Hey, oh, hey, oh, hey, oh, hey, oh
    Hey, oh, hey, oh, hey, oh, ho
    Hey, oh, hey, oh, hey, oh, ho

    O mar que reluz o infinito
    Clareia a areia, deserto
    Um sopro de algodão

    E vem a manhã
    O colibri vai cantar pra mim

    Hey, oh, hey, oh, hey, oh, hey, oh
    Hey, oh, hey, oh, hey, oh, ho
    Hey, oh, hey, oh, hey, oh, ho

    Song details

    Composition: Natália Glanz

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