Fazendeiro Vaidoso

Nelsinho e Diamante

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    Na cidade de Barretos
    Terra de peão afamado
    Que monta em burro brabo
    Seja lá de quarqué lado

    Tinha um rico fazendeiro
    Prepotente e orgulhoso
    Que tinha um burro preto
    Por nome de Criminoso

    Era um burrão arisco
    Mais ligeiro que trovão
    Com idade de três anos
    Tinha matado um peão

    Este rico fazendeiro
    Era um homem vaidoso
    Dava a filha de presente
    A quem domasse o Criminoso

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    Quando foi o mês de agosto
    Na festa do boiadeiro
    Acabou a fama do burro
    E o orgulho do fazendeiro

    Ali chegou um peão
    Por nome de Zé Gaúcho
    Bombacha de puro linho
    E a bota feita de luxo

    Chegou o burro no palanque
    Que depressa refugou
    Orelhou e pôs o cabresto
    E em pelo ele montou

    Pulou uma hora e meia
    De cansado ele parou
    E no seu lombo suado
    O peão lhe amansou

    Ele disse ao fazendeiro
    Eu só falo com razão
    Não aposte sua filha
    É falta de educação

    Eu só faço o que é certo
    E aquilo que convém
    Só levo a moça embora
    Se eu levar o burrão também
    Só levo a moça embora
    Se eu levar o burrão também

    Información de la canción

    Composición: Haroldo José

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