E lá vou eu
Vivendo o meu dia a dia
Pior do que gostaria
Mas Deus sabe o que me cobra
E lá vou eu
Acreditando na premissa
Que depois da injustiça
Felicidade vem com sobra
Nasci sem roupa
E bem ou mal ando vestido
Dizem que sou atrevido
Mas eu sei bem o que faço
Tenho uma nega que me anima
Que reforça minha rima
E descansa o meu cansaço
Tenho uma nega que me anima
Que reforça minha rima
E descansa o meu cansaço
E lá vou eu
Batendo o meu violão
Sem mágoa e sem condição
A velha sorte almejada
Sorrindo sempre
Curtindo a poluição
Combatendo a inflação
Que me é cobrada
Mas Deus é pai
Não é padrasto, podes crer
É só viver que ainda vais ver
A minha vitória final
Aí então eu faço as pazes com a vida
Pego a nega querida
E faço aquele Carnaval
Você vai ver
Aí então eu faço as pazes com a vida
Pego a nega querida
E faço aquele Carnaval
E lá vou eu
Batendo o meu violão
Sem mágoa e sem condição
A velha sorte almejada
Sorrindo sempre
Curtindo a poluição
Combatendo a inflação
Que me é cobrada
Mas Deus é pai
Não é padrasto, podes crer
É só viver que ainda vais ver
A minha vitória final
Aí então eu faço as pazes com a vida
Pego a nega querida
E faço aquele Carnaval
Você vai ver
Aí então eu faço as pazes com a vida
Pego a nega querida
E faço aquele Carnaval
Aí então eu faço as pazes com a vida
Pego a nega querida
E faço aquele Carnaval
Você vai ver
Aí então eu faço as pazes com a vida
Pego a nega querida
E faço aquele Carnaval