A Casa Onde Moro

Neto Fagundes

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    Acontece na casa onde moro uma fome
    De só querer se gostar
    Uma cara vermelha tentando
    Se consumar

    Uma janela desengonçada, um mapa,
    Uma notícia ainda por vir
    A pé ou a cavalo, tanto faz
    Não quero briga, aviso a saudade

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    Basta um banquinho, uma voz, um violão
    Um tango, um sorriso, um lápis, papel
    Um samba, milonga... um chamamé
    A gente da boca pra fora, melhora
    Diz coisa com coisa,
    Faz guerra de nervos
    E cheio de birra faz cara de bravo
    Põe fogo no mato,
    Pilchado até os dentes

    A vida na alma da gente
    Parece carente
    Logo quer tocar
    Mansinha ela busca um cantinho,
    Se abanca no mimo,
    E, criativa, ouve música
    E se reconhece louca
    Na encilha do mate
    A tempo de se gostar, gostando
    Assim é o futuro humano
    Enquanto uns lambem a cria
    Outros fazem poesia

    Portanto assim também
    É o meu amor
    Portanto assim também
    É o nosso amor
    Portanto assim também
    É o meu amor

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