• C
  • D
  • D7
  • G
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Tono:
G C A chuva guasqueada castigou o
G rancho a noite inteira Pingando goteiras nas telhas
D quebradas que o tempo gastou
D7 O sono perdido tomou outro rumo pela madrugada Na erva lavada, a maré de sonhos que
G se bandeou Nas frestas respingam lágrimas de
C G chuva e aguaceiro E lá no terreiro um galo encharcado
D traz vida pras casas
D7 A manhã se espreguiça, cinzenta e vazia, clareando o oitão E o angico chorão orgulha sua ira
G findando em brasas
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(Neste aguaceiro que inunda os
C G campos pelas invernias
C Minha alma vazia, alheia ao
D silêncio que se aquerenciou
C D Reponta ilusões na ânsia incontida
G que já fez morada
D Campeando na estrada um olhar
D7 G perdido que se desgarrou) A mangueira de pedra, inerte no
C G tempo, num sono profundo Demonstra que o mundo se acaranchou
D em sua porteira
D7 As vidas passadas guapeiam lembranças pelo rancheiro De quem já partiu, deixando saudades
G para a vida inteira
C Um poncho se abre, com asas de
G noite goteando no chão E a tal solidão acarancha tristezas
D no peito da gente
D7 O olhar se perde no imenso vazio que a manhã reponta E nem se dá conta do quadro bonito
G pintado pra gente (Neste aguaceiro que inunda os
C G campos pelas invernias
C Minha alma vazia, alheia ao
D silêncio que se aquerenciou
C D Reponta ilusões na ânsia incontida
G que já fez morada
D Campeando na estrada um olhar
D7 G perdido que se desgarrou)
Información de la canción

Composición: Nilton Ferreira

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