Potro Sem Dono

Noel Guarany

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    A sede de liberdade
    Rebenta a soga do potro
    Que parte em busca do pago
    E num galope dispara
    Rasgando a coxilha ao meio
    Mordendo o vento na cara

    Bebe horizonte nos olhos
    Empurra a terra pra trás
    Já vai bem longe a figura
    Mostra o caminho tenaz
    Da humanidade sofrida
    Que luta em busca da paz

    (Vai...
    Potro sem dono
    Vai...
    Livre como eu)

    Continúa después del anuncio

    Se a morte lhe faz negaças
    Joga na vida com a sorte
    Desprezo da própria morte
    Não se prende a preconceitos
    Nem mata a sede com farsas
    Leva um destino no peito

    Nas seivas da madrugada
    Vai florescendo a canção
    Aquece o fogo de chão
    Enxuga o pranto de ausência
    Essa guitarra campeira
    Velho clarim da querência

    (Vai...
    Potro sem dono
    Vai...
    Livre como eu)

    Información de la canción

    Composición: Paulo Portela Fagundes

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