Poema de Banheiro Público

Nunca É Tarde

  • Am
  • B
  • C
  • D
  • Dm
  • E
  • Em
  • F
  • G
Tono:
F C Um mar de rostos estranhos
Dm Em Deságua ao meu redor
F C Uma Torre de Babel
Dm Am Não sei o que é pior
F C Dizem que cada pessoa
Dm Em Leva sua própria cruz
F C Dizem que cada humano
D Am Possui sua própria luz
Am G F E Que vida ahhhhh
Am G F E cada um leva? ahhhhh
Am G F E Queria saber ahhhhhhh
Am B C Quanto tempo ainda tem? ahhhhhh
D E Tem para viver
Tem para viver
F C Rostos alegres que riem
Dm Em Por algo que conquistou
F C Rostos tristes que choram
Dm Am Por algo que terminou
F C Rostos, rostos estranhos
Dm Em Um grande formigueiro
F C Triste sociedade
Dm Am Correndo por dinheiro
F C Mas que curiosidade
Dm Em Saber da vida alheia
F C Tenho minha própria vida
Dm Am Não tem coisa mais feia
F C Saber dos outros me faz
Dm Em Sentir um pouco melhor?
F C Melhor nem tentar saber
Dm Am Julgar é ainda pior
Dm Alguns só querem saber
C Am Outros olham sem notar
F Am Cada um olha pra si
G Dm Pra sua vida levar
Dm Um mundo de aparências
C Am Serve mais pra esconder
F Am Aquilo que nós somos
G Am E o que queremos ser E o que queremos ser
Información de la canción

Composición: Alice Girdwood y Rafael Matos

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