Dia de Sorte

O Chefe da Casa

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    Fecho os olhos pra não ver
    Sou covarde, covarde
    Corro de verdade
    Fujo das minhas vaidades
    No caminho, caminho
    A terra esconde os teus segredos

    Meus passos não deixaram marcas
    Não tenho pegadas
    Na areia, na beira da praia
    Lavada pelo mar
    Sei que à noite é quente
    É quente

    Fui veneno, fui maldade
    Eu na tua idade, conheci a vida de verdade
    Fui amigo, fui amigo
    Não sobrou mais nada, não sobrou mais nada

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    Aquele menino conversou com a própria morte
    Foi um dia de sorte

    Fecho os olhos pra não ver
    Meus pés correm de medo
    Sou o espelho, sou o espelho
    Calibrando as mesmas peças
    Cruzo minhas pernas
    Na janela do apartamento

    Doce, amargo, proibido
    Fruto da maldade
    Morto, fui testado de verdade
    Fui ferido, fui ferido
    Ó Senhor incline os Teus ouvidos

    Aquele menino conversou com a própria morte
    Foi um dia de sorte

    O meu Jesus não usa cruz
    Não usa cruz, não usa cruz, não usa!

    Información de la canción

    Composición: Fernando Fávaro y Allan Aldebram

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