Autoquíria

Ode Insone

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    As corujas levantam voo
    O céu exala enxofre
    O germe aflora no interior
    Tornando a carcaça podre

    Ao soar de chirrios no córtex
    A flor crescida busca a morte
    Nutrida por fluviais tristezas
    Seus ramos turvos pintarão a noite

    O sangue escorre por suas mãos
    Suas pernas estão presas ao frio chão
    O sangue escorre por suas mãos
    Autoquíria

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    Um libertar que acarreta em mortes
    Vazios se alastrarão por sua culpa
    Com o emocional pesado e inconstante
    A cada segundo o seu corpo afunda

    Os vidros foram todos quebrados
    Já não existe nenhuma salvação
    A sociedade extermina de novo
    Fodendo mentes com tanta pressão

    O sangue escorre por suas mãos
    Suas pernas estão presas ao frio chão
    O sangue escorre por suas mãos
    Autoquíria

    Os vidros serão trocados
    Aquele salto será esquecido
    A vida tem um valor penoso
    Todos nós seremos substituídos

    O sangue escorre por suas mãos
    Suas pernas estão presas ao frio chão
    Autoquíria, ou libertação?
    Desespero, ou condenação?

    Información de la canción

    Composición: Tiago Monteiro y Mad Ferreira

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