D Am No começo era o verbo e o verbo se fundiuC G No laço do amor tão frágil que partiuD Am O silêncio que machuca e a saudade que me traiC G De tudo aquilo que não sou e que nunca serei maisA Em Teu olhar de santa insolenteA Em Fez de mim um cara mais decenteA Em Num pescar de olhos subiuA Em Com seu vulto cinza que sumiuD No dorso nu do teu pescoçoAm E essas marcas tão vaziasC G E o passado se repete numa alegoria minhaD No Mármore frio do teu rostoAm Igual ao passo curto do teu caminharC Como o vai e vem de um pênduloG Num relógio a me velarA Em Teu olhar de santa insolenteA Em Fez de mim um cara indecenteA Em Num pescar de olhos explodiuA Em Com um carro bomba que subiu
Santa
Oniriah
- A
- Am
- C
- D
- Em
- G
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