Desjejum

Ópio165

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    No desjejum Por ventura o forasteiro
    Pesadelo ansiedade Dia comum rotineiro
    Não seja apenas mais um Na social ninguém reparte
    Outra cidade o roteiro é incomum Correndo atrás de dinheiro
    Malte com Run sopra o futum perde até o paradeiro, no descabelo
    O apelo sem arrego apego Mister Vandalo
    Ópium atropelando assunto corriqueiro

    Vencendo sem suporte por esporte (não seremos os últimos nem os primeiros)
    Tudo igual, antes cedo que tarde na verdade eu to brigando contra o ponteiro
    Omitindo a certeza/ aqui ta tudo errado
    Mesma praça de conhecido ninguém tudo mudado
    Assim persiste você vale o que tem no podre ditado
    Estaremos sossegados
    Espere um momento estranho acontecimento também aprendemos com o passado
    (Foi lento mais enfim/no fim do tormento)

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    Relato por terceiros como um ato violento
    Em jaz passo pra traz sem mais alguém por perto lamento
    Projeção em ser capaz mais uma questão do temperamento
    Aflito gritos e muita confusão quarenta anos de conhecimento
    Naquela noite de tumulto, inaugurou um laboratório no apartamento

    Sangue é frio com brilho no olho sempre com um novo planejamento
    Deserto em brasa embasa santuário é minha casa em desenvolvimento
    Retratado na delegacia outro depoimento mas eu nem sei o que esta acontecendo
    O que atrasa espanto no canto passa vulto sua consciência é seu culto de enlouquecimento

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