Silêncio Ancestral

Ordem Velada

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    Tem coisa que não morre em som
    Só pulsa no fundo da carne
    Foi enterrado pra virar raiz
    Mas ninguém consegue calar o que arde
    Eles pensam que silêncio é fraqueza
    Mas é só a raiva aprendendo a respirar
    E cada pedra que guardou uma prece
    Bem agora que eu quero voltar a falar
    Eu sou o silêncio que moldou a pedra
    O canto proibido nas margens da regra
    Não fui escrito, fui cravado na dor
    Sou voz ancestral: Sem tempo, sem cor

    A história foi escrita com tesoura
    Mas o corte sangrou poesia
    E os que nasceram na beira do altar
    Foram os que incendiaram a liturgia
    Não tem altar pra quem veio do chão
    Só cicatriz virando hino
    E cada vez que disseram não
    O meu corpo entendeu: Destino
    Eu sou o silêncio que moldou a pedra
    O canto proibido nas margens da regra
    Não fui escrito, fui cravado na dor
    Sou voz ancestral: Sem tempo, sem cor

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    Ficou guardado nos ossos
    No olhar de quem não cede
    No peito dos esquecidos
    No tambor que ninguém mede
    Eu sou o silêncio que moldou a pedra
    O canto proibido nas margens da regra
    Não fui escrito, fui cravado na dor
    Sou voz ancestral: Sem tempo, sem cor

    Información de la canción

    Composición: Lucas Polonia

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