Valsa do Meu Subúrbio

Orlando Silva

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    Valsa triste, velha valsa
    Das serestas nas noites de Lua
    Ainda hoje tu emprestas
    Teu lamento aos cantores da rua

    Velha valsa, minha amiga
    Tão boêmia quanto o teu cantor
    Valsa triste, tu me obrigas
    A contar uma história de amor

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    Quem não viu num subúrbio distante
    Numa valsa um cantor soluçar
    A pedir, a implorar, suplicante
    A esmola de um beijo, um olhar

    Eis que surge, medrosa, à janela
    A donzela, a razão dos seus ais
    Ele então pede a ela
    Que esta valsa, não esqueça, jamais

    Velha valsa, minha amiga
    Tão boêmia quanto o teu cantor
    Valsa triste, tu me obrigas
    A contar uma história de amor

    Información de la canción

    Composición: Evaldo Ruy y Custodio Mesquita

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