Abrindo Asas

Os Monarcas

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    Fim de semana quero esgualepar o mondongo
    Vou de porongo nas enchentes de percanta
    Das vezes alguma pode querer se afogar
    E eu vou salvar numa boca a boca na bailanta.

    Me agrada muito saracoetar na campanha
    E da braganha, cafunsear um coração
    Eu tenho alma tapada de pega-pega
    Que não renega um rebordeio de salão.

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    Então me aranho e me desmancho a vanerão
    Onde o galpão d chão batido é minha casa
    Não tem um índio que eu conheça no rio grande
    Que os eu sangue pra um xixo não abra as asas.

    A gaita velha vai colcheando um floreio
    Pra este rodeio a lusque-fusque de lampião
    Onde as prendaças vão mostrando sua graça
    Pra os índios taura se coçar e dá de mão.

    E bem assim segue o farrancho da peonada
    Com a madrugada na garupa das esporas
    Que vai surrada que nem couro de pandeiro
    No entreveiro pra sinuelo da aurora.

    Información de la canción

    Composición: Gildinho y João Albeto Pretto

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